Lu Ain-Zaila. Ìségún. Monomito, 2019. Este é um convite para mergulhar comigo na leitura de Ìségún e refletir sobre algo que tem me inquietado desde o início do meu doutorado: a escassez de uma literatura brasileira de qualidade, voltada para o entretenimento, com protagonismo e exaltação da mulher negra. Seria maravilhoso encontrar nas prateleiras obras... Continuar Lendo →
Marcas sonhos e raízes: um protagonista fragmentado
Sônia Fátima da Conceição é um nome da literatura negro-brasileira que demanda ser mais lembrado e estudado. Integrante do grupo Quilombhoje desde os primeiros anos, passou a acolher em sua residência as reuniões do coletivo após o “racha” que ensejou a saída de integrantes como Oswaldo de Camargo, Paulo Colina e Abelardo Rodrigues, a partir... Continuar Lendo →
