A terceira vida de Grange Copeland

Alice Walker. A terceira vida de Grange Copeland. Tradução de Carol Simmer e Marina Vargas. José Olympio, 2020. A terceira vida de Grange Copeland foi publicado em 1970, quando Alice Walker tinha 26 anos; apenas três anos antes ela havia estreado como escritora, publicando sua primeira narrativa curta – e, em 1968, viera a lume... Continuar Lendo →

Vivências da pandemia

Como todos sabem, esse tempo de pandemia não está sendo fácil para  ninguém. A adaptação está sendo bastante complicada para a maioria de nós, já enfrentamos tantos momentos nessa quarentena, alguns bons e outros muito ruins, e neste relato, contarei um pouco da minha vivência como mulher negra na pandemia, sobre as aulas online, a... Continuar Lendo →

O sujeito universal epistêmico que não existe

Harmonia Rosales, The virtuous woman O que vou relatar aqui com certeza toca em feridas de qualquer pesquisadora negra, ou pesquisador negro, que viva dentro do meio acadêmico, e também não é nenhum assunto novo, mas a reincidência dessas questões só ressalta a importância de pessoas negras ocuparem lugares importantes nos discursos acadêmicos que legitimam... Continuar Lendo →

Memórias de Carolina

Carolina Maria de Jesus. Diário de Bitita. Nova Fronteira, 1986. “Minha mãe ficou com dois filhos para manter. Minha mãe disse que bebeu inúmeros remédios para abortar-me, e não conseguiu. Por fim desistiu, e resolveu criar-me. […] talvez seria melhor não existir. Porque eu já estava compreendendo que o mundo não é a pétala de... Continuar Lendo →

Três poemas históricos de autoras negras

Neste ano de 2020, em referência ao Dia Nacional da Consciência Negra, resgatamos poemas de três autoras negras publicados em edições históricas dos Cadernos Negros. De Cadernos Negros 3, publicamos o poema “Zumbi”, de Magdalena de Souza; de Cadernos Negros 9, extraímos um poema assinado por Esmeralda Ribeiro; de Cadernos Negros 13, o poema “Objetando”,... Continuar Lendo →

Sem perder a raiz (III)

A segunda e a terceira parte do livro de Nilma Lino Gomes apresentam ao leitor as entrevistas feitas com clientes e funcionários dos quatro salões étnicos que foram campo de pesquisa da autora na virada do século XX para o XXI, dedicando-se ainda a um maior aprofundamento teórico que visa discutir os conflitos do negro... Continuar Lendo →

Sem perder a raiz (II)

Em Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra, Nilma Lino Gomes leva em consideração o modo como o cabelo e a cor da pele representam importantes fatores constituintes da subjetividade de um sujeito, fazendo uma relação disso com a própria formação da sociedade brasileira e os conflitos de uma cultura... Continuar Lendo →

Sem perder a raiz (I)

Nilma Lino Gomes. Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Autêntica Editora, 2019. A primeira edição de Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra, publicada em 2006, não tardou a se tornar uma referência incontornável, pela inovadora maneira como analisava a importância do corpo e... Continuar Lendo →

O Teatro Negro de Cidinha da Silva

Cidinha da Silva. O Teatro Negro de Cidinha da Silva. Aquilombô, 2019. Cidinha da Silva é uma escritora que observa a atualidade. Em seus escritos encontramos o samba, o carnaval, a Mangueira, as nossas dores, as nossas alegrias – o nosso cotidiano. Cidinha da Silva é uma mulher plural, e essa característica se reflete na... Continuar Lendo →

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