Elizandra Souza. Águas da cabaça. São Paulo: edição da autora, 2012. Nascida em 1983 na periferia sul de São Paulo, a poetisa e jornalista Elizandra Souza versifica sua relação com o mundo enquanto mulher negra periférica – evidenciando a coexistência, em um mesmo ser, da sutileza de uma mulher que ama, que deseja e sente... Continuar Lendo →
A saga de uma heroína quilombola
Jarid Arraes. As lendas de Dandara. Porto Alegre: Liro Editora Livre, 2015. Recentemente, a escritora e cordelista Jarid Arraes, nascida em Juazeiro do Norte (CE) em 12 de Fevereiro de 1991, lançou o livro As lendas de Dandara, que vem trazer à memória a história da guerreira negra Dandara dos Palmares. Nessa obra, a autora... Continuar Lendo →
A revolução das mjibas: poesia periférica em voz feminina
Carmen Faustino e Elizandra Souza (org.). Pretextos de mulheres negras. São Paulo: Coletivo Mjiba, 2013. 1. Mjiba é um termo da língua chona que significa ‘jovem mulher revolucionária’: historicamente, as mjibas lutaram pela independência do Zimbábue, enfrentando as tropas britânicas. O termo foi escolhido em 2001 pela escritora Elizandra Souza para batizar um fanzine que... Continuar Lendo →
O resgate da poiesis
Nina Rizzi. A duração do deserto. São Paulo: Patuá, 2014. A plural formação de Nina Rizzi – historiadora, escritora, tradutora, formada em artes dramáticas – e o nomadismo ao qual não hesita em entregar-se (sendo “sem raízes”, como um texto biográfico já afirmou) transparecem em A duração do deserto. Assinada por Leonardo Mathias, a capa... Continuar Lendo →
Memória negra em cordel – no feminino
Jarid Arraes. Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis. São Paulo: Pólen, 2017. Jarid Arraes, cearense nascida em Juazeiro do Norte, tem, desde muito nova, uma relação muito direta com a literatura de cordel, já que cresceu em um ambiente permeado por manifestações tipicamente nordestinas – tendo como principais influenciadores seu avô, Abraão Batista, e seu... Continuar Lendo →
