A subjetividade de uma unicórnia preta

Audre Lorde. A Unicórnia Preta. Relicário Edições, 2020. No dia 18 de fevereiro, Audre Lorde completaria 87 anos e, a fim de homenageá-la, decidi mergulhar em sua obra. Comecei pelo essencial Irmã Outsider: Ensaios e Conferências; em seguida, fui presenteada com a leitura de seu livro de poemas A Unicórnia Preta, ao qual dedico essa... Continuar Lendo →

Se achegue, minha irmã!

Audre Lorde. Sou sua irmã. Organização e apresentação de Djamila Ribeiro; tradução de Stephanie Borges. Ubu, 2020. Depois de algum tempo vivenciando o caos e as mazelas de um ano pandêmico, retorno para compartilhar com vocês essa obra magnífica que muito tem a contribuir para o fortalecimento das nossas existências enquanto mulheres pretas. Sou sua... Continuar Lendo →

O regresso de Geni

Geni Guimarães. Poemas do Regresso. Rio de Janeiro: Malê, 2020. Não é simples ter a missão de escrever a primeira resenha do ano, assim como não é fácil ter a responsabilidade de escrever sobre uma obra de Geni Guimarães. Digo isso, pois falarei hoje sobre uma obra tão forte e potente quanto a sua autora,... Continuar Lendo →

LetrasPretas, 2020-2021: pesquisando e divulgando obras de mulheres negras em meio à pandemia

O LetrasPretas inicia hoje suas atividades no ano de 2021 – quando ainda enfrentamos, infelizmente, os efeitos da pandemia de Covid-19 que, no contexto brasileiro, são ampliados pelas condutas irresponsáveis de autoridades governamentais cujos impactos sobre a população negra intensificam as consequências de um cenário já marcado historicamente pelo racismo. Quando de sua formação, em... Continuar Lendo →

A terceira vida de Grange Copeland

Alice Walker. A terceira vida de Grange Copeland. Tradução de Carol Simmer e Marina Vargas. José Olympio, 2020. A terceira vida de Grange Copeland foi publicado em 1970, quando Alice Walker tinha 26 anos; apenas três anos antes ela havia estreado como escritora, publicando sua primeira narrativa curta – e, em 1968, viera a lume... Continuar Lendo →

Vivências da pandemia

Como todos sabem, esse tempo de pandemia não está sendo fácil para  ninguém. A adaptação está sendo bastante complicada para a maioria de nós, já enfrentamos tantos momentos nessa quarentena, alguns bons e outros muito ruins, e neste relato, contarei um pouco da minha vivência como mulher negra na pandemia, sobre as aulas online, a... Continuar Lendo →

O sujeito universal epistêmico que não existe

Harmonia Rosales, The virtuous woman O que vou relatar aqui com certeza toca em feridas de qualquer pesquisadora negra, ou pesquisador negro, que viva dentro do meio acadêmico, e também não é nenhum assunto novo, mas a reincidência dessas questões só ressalta a importância de pessoas negras ocuparem lugares importantes nos discursos acadêmicos que legitimam... Continuar Lendo →

Memórias de Carolina

Carolina Maria de Jesus. Diário de Bitita. Nova Fronteira, 1986. “Minha mãe ficou com dois filhos para manter. Minha mãe disse que bebeu inúmeros remédios para abortar-me, e não conseguiu. Por fim desistiu, e resolveu criar-me. […] talvez seria melhor não existir. Porque eu já estava compreendendo que o mundo não é a pétala de... Continuar Lendo →

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