Eliane Debus. A temática da cultura africana e afro-brasileira na literatura para crianças e jovens. Florianópolis: Núcleo de publicações, Centro de Ciências da Educação, 2017. Encarar a literatura como uma ferramenta que possibilita a problematização e reflexão de práticas antirracistas: isso fez com que Eliane Debus, em A temática da cultura africana e afro-brasileira na... Continuar Lendo →
Romper o silêncio
Djamila Ribeiro. O que é lugar de fala? Belo Horizonte (MG): Letramento: Justificando, 2017. “[...] Ou seja, o lixo vai falar e numa boa”: é com esta citação da antropóloga mineira Lélia Gonzalez que Djamila Ribeiro inicia e encerra seu livro mais recente, O que é lugar de fala? – nos deixando engasgadas, já nas... Continuar Lendo →
Poesia sem amarras
Ryane Leão. Tudo nela brilha e queima. São Paulo: Planeta do Brasil, 2017 Mulher, preta, poetisa e professora, Ryane Leão nasceu em Cuiabá, mas vive em São Paulo, e publica suas poesias nas redes sociais há 10 anos, onde possui um perfil chamado Onde jazz meu coração. Integra um projeto para colar lambe-lambes feministas pelas... Continuar Lendo →
(Des)construindo a imagem do negro
Ana Célia da Silva. A representação social do negro no livro didático: o que mudou? Por que mudou? Salvador: EDUFBA, 2011. A professora e doutora Ana Célia da Silva nos brindou com o livro A Representação Social do Negro no Livro Didático: o que mudou? Por que mudou?, fruto de sua pesquisa As transformações da... Continuar Lendo →
Fazer da vida uma luta
Angela Davis. Mulheres, cultura e política. Tradução de Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2017. “Lifting as we climb” (“Erguendo-nos enquanto subimos”) – lema da Associação Nacional das Agremiações de Mulheres de Cor, no ano 1886 – é a frase repetida por Angela Davis ao longo do primeiro capítulo da obra Mulheres, Cultura e Política,... Continuar Lendo →
Plural Elizandra
Elizandra Souza. Águas da cabaça. São Paulo: edição da autora, 2012. Nascida em 1983 na periferia sul de São Paulo, a poetisa e jornalista Elizandra Souza versifica sua relação com o mundo enquanto mulher negra periférica – evidenciando a coexistência, em um mesmo ser, da sutileza de uma mulher que ama, que deseja e sente... Continuar Lendo →
Memória negra em cordel – no feminino
Jarid Arraes. Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis. São Paulo: Pólen, 2017. Jarid Arraes, cearense nascida em Juazeiro do Norte, tem, desde muito nova, uma relação muito direta com a literatura de cordel, já que cresceu em um ambiente permeado por manifestações tipicamente nordestinas – tendo como principais influenciadores seu avô, Abraão Batista, e seu... Continuar Lendo →
