Sem perder a raiz (I)

Nilma Lino Gomes. Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Autêntica Editora, 2019. A primeira edição de Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra, publicada em 2006, não tardou a se tornar uma referência incontornável, pela inovadora maneira como analisava a importância do corpo e... Continuar Lendo →

O Teatro Negro de Cidinha da Silva

Cidinha da Silva. O Teatro Negro de Cidinha da Silva. Aquilombô, 2019. Cidinha da Silva é uma escritora que observa a atualidade. Em seus escritos encontramos o samba, o carnaval, a Mangueira, as nossas dores, as nossas alegrias – o nosso cotidiano. Cidinha da Silva é uma mulher plural, e essa característica se reflete na... Continuar Lendo →

Vozes da resistência (II)

Priscilla Mina (Org.). Vozes da resistência. Conexão 7, 2020. No texto de hoje, continuo a tratar de Vozes da resistência, livro que reúne apenas escritoras negras, organizado pela editora Priscilla Mina e publicado pela Conexão 7. Na semana passada, abordei quatro das dezoito narrativas publicadas no livro, que abordam o racismo no ambiente escolar e... Continuar Lendo →

Vozes da resistência (I)

Priscilla Mina (Org.). Vozes da resistência. Conexão 7, 2020. Vozes da resistência, organizado pela editora Priscilla Mina e publicado pela Conexão 7 – empresa composta por Priscilla e seus dois irmãos que tem, entre seus propósitos, atender às demandas do povo negro – é o segundo volume do Projeto Identidade. Como o primeiro volume do... Continuar Lendo →

O afrofuturismo e a Sankofia de Lu Ain-Zaila

Lu Ain-Zaila. Sankofia: breves histórias sobre afrofuturismo. Edição da autora, 2018. Após iniciar a minha leitura dos contos de Lu Ain-Zaila, fiquei imaginando como seriam os filmes de ficção científica caso introduzissem a cultura de matrizes africanas. Será que Blade Runner teria alcançado tanto sucesso, se no papel principal tivesse uma atriz negra? E se... Continuar Lendo →

Discutindo raça e representação

bell hooks. Olhares Negros: raça e representação. Editora Elefante, 2019. Lançado em 1992 nos Estados Unidos, Olhares Negros chega ao Brasil, pela Editora Elefante, mais de duas décadas depois, mas tratando de temas atuais e altamente relevantes. Esse trabalho incrível conta com a tradução da Stephanie Borges, com o prefácio de Rosane Borges e capa... Continuar Lendo →

Americanah

Chimamanda Ngozi Adichie. Americanah. Tradução de Julia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. Premiada obra da escritora e feminista nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie – autora de outras grandes obras como Meio Sol Amarelo, Hibisco Roxo e Sejamos Todos Feministas, as duas últimas já resenhadas aqui no blog –, Americanah nos permite acompanhar a trajetória... Continuar Lendo →

Muitos se descobriram negrxs, e vítimas do racismo, mas o Brasil não se assumiu racista

Bianca Santana. Quando me descobri negra. SESI-SP editora, 2015 O livro Quando me descobri negra, de Bianca Santana, é composto por 28 pequenos relatos. É de uma linguagem simples, objetiva, que narra vivências com as quais, nós, pessoas pretas nos identificamos, uma vez que temos algumas (muitas) experiências comuns. Eu, enquanto leitora preta, relembrei meu... Continuar Lendo →

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