Sem perder a raiz (II)

Em Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra, Nilma Lino Gomes leva em consideração o modo como o cabelo e a cor da pele representam importantes fatores constituintes da subjetividade de um sujeito, fazendo uma relação disso com a própria formação da sociedade brasileira e os conflitos de uma cultura... Continuar Lendo →

Sem perder a raiz (I)

Nilma Lino Gomes. Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Autêntica Editora, 2019. A primeira edição de Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra, publicada em 2006, não tardou a se tornar uma referência incontornável, pela inovadora maneira como analisava a importância do corpo e... Continuar Lendo →

Sobre a cura

O racismo é algo que pode ser perdoado? A escravidão dos nossos antepassados pode ser perdoada? Alguém, além de mim, carrega esses pensamentos como uma mágoa? As vezes me pergunto isso. Uma vez, assistia à cena de um filme; era uma mulher negra escravizada sendo vendida diante do filho. Meu pai, que também é negro,... Continuar Lendo →

Uma carta à gente branca

Cara gente branca, já que vocês decidiram perguntar – a gente já tem falado disso há um tempo e vocês não quiseram ouvir, mas enfim –, vou responder à sua pergunta: o que você pode fazer para não ser racista? Vamos começar relembrando um pouco da sua história de luta contra o racismo. Sua batalha... Continuar Lendo →

Ser uma criança negra na pré-escola

A pré-escola é uma fase fundamental na construção da autoestima de uma criança. Embora seja um processo que perdura ao longo da vida, é na infância que esse processo tem início e é a partir das primeiras experiências em sociedade – que acontecem, em maior parte, na escola – que o indivíduo desenvolve percepções de... Continuar Lendo →

Ó pa í, prezada!

Carla Akotirene. Ó pa í, prezada: racismo e sexismo institucionais tomando bonde nas penitenciárias femininas. Pólen, 2020. Carla Akotirene é formada em Serviço Social e integra o quadro de docentes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), centralizando seus estudos sobre racismo e sexismo institucionais. Também atua na Saúde Municipal, atendendo mulheres vítimas de violência doméstica.... Continuar Lendo →

Não há luta sem repúdio

Foi diante do comentado caso do discurso de ódio aos homens gays por parte do cantor Mc Poze que refleti sobre as ideias de "bolhas" colocadas nas redes sociais. Por ser uma aluna oriunda de universidade pública, ambiente majoritariamente branco, concluí que meu corpo atravessa duas bolhas “impermeáveis”, e isso faz com que eu assuma... Continuar Lendo →

Blackface é RACISMO

O blackface, que em tradução livre pode ser entendido como “rosto de preto”, começou a ser utilizado por artistas brancos para interpretar pessoas negras, que eram proibidas de atuar no teatro, de forma caricata e exagerada. Não existe nada de engraçado ou elogioso no blackface, uma vez que tanto a interdição de artistas negras e... Continuar Lendo →

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