O sujeito universal epistêmico que não existe

Harmonia Rosales, The virtuous woman O que vou relatar aqui com certeza toca em feridas de qualquer pesquisadora negra, ou pesquisador negro, que viva dentro do meio acadêmico, e também não é nenhum assunto novo, mas a reincidência dessas questões só ressalta a importância de pessoas negras ocuparem lugares importantes nos discursos acadêmicos que legitimam... Continuar Lendo →

Sobre a cura

O racismo é algo que pode ser perdoado? A escravidão dos nossos antepassados pode ser perdoada? Alguém, além de mim, carrega esses pensamentos como uma mágoa? As vezes me pergunto isso. Uma vez, assistia à cena de um filme; era uma mulher negra escravizada sendo vendida diante do filho. Meu pai, que também é negro,... Continuar Lendo →

Uma carta à gente branca

Cara gente branca, já que vocês decidiram perguntar – a gente já tem falado disso há um tempo e vocês não quiseram ouvir, mas enfim –, vou responder à sua pergunta: o que você pode fazer para não ser racista? Vamos começar relembrando um pouco da sua história de luta contra o racismo. Sua batalha... Continuar Lendo →

Cidinha da Silva, poeta

Na orelha de Canções de amor e dengo (Edições Me Parió Revolução, 2016), escreve Cidinha da Silva: “Não sou poeta, cometo alguns poemas e nesse ano comemorativo de 10 anos de carreira como escritora resolvi mostrá-los. São parte de mim e do meu trabalho e agora vão para a rua”. Esse é o tom que... Continuar Lendo →

(Re)ler “Úrsula”

Úrsula, de Maria Firmina dos Reis, foi publicado em 1859 e é considerado o primeiro romance escrito por uma mulher negra no Brasil. Foi o primeiro romance que jogou luz sobre a temática assombrosa da escravidão, sistema vigente da época, haja vista que a Lei Áurea só foi promulgada em 1888 no Brasil, quase 30... Continuar Lendo →

Pensar a alteridade no feminismo

“Toda a teoria feminista produzida por um grupo pequeno de mulheres brancas, letradas, burguesas ou em lugar de privilégios pretende a universalidade”: fala da teórica e ativista Yuderkys Espinosa-Miñoso, em entrevista ao segundo volume da revista Brejeiras (Feminismo descolonial: uma teoria voltada para luta) . Se eu não fosse uma mulher negra, se eu fosse... Continuar Lendo →

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