Linda M. Heywood. Jinga de Angola: a Rainha guerreira da África. Todavia, 2019. Jinga de Angola: A Rainha guerreira da África é uma obra biográfica escrita pela professora de história e estudos afro-americanos Linda Heyhood. Além de tratar aspectos relevantes sobre a trajetória de Jinga, essa produção revisita a origem do nosso povo e reafirma... Continuar Lendo →
Passos fincados na memória do afeto
Scholastique Mukasonga. A mulher de pés descalços. Nós, 2017. Quando eu morrer, quando vocês perceberem que eu morri, cubram meu corpo. Ninguém deve ver meu corpo, não se pode deixar ver o corpo de uma mãe. Vocês, que são minhas filhas, têm a obrigação de cobri-lo, cabe somente a vocês fazerem isso. – é com... Continuar Lendo →
Por um mundo sem prisões
Juliana Borges. Encarceramento em massa. Pólen, 2019. Autora do livro Encarceramento em Massa, parte da série “Feminismos Plurais” (que tem duas edições: a de 2018, pela editora Letramento, e a de 2019, publicada pela editora Pólen), Juliana Borges é feminista negra, antiproibicionista e antipunitivista. Em 2013, foi Secretária Adjunta de Políticas para Mulheres e Assessora... Continuar Lendo →
Amor e cura em contos de Elizandra Souza
Elizandra Souza. Filha do Fogo: 12 contos de amor e cura. Mjiba, 2020. Filha do Fogo é o primeiro volume em prosa assinado por Elizandra Souza – escritora, jornalista, editora e ativista cultural, a quem já dedicamos um dos episódios do programa de rádio LetrasPretas; de sua produção, já resenhamos aqui o livro de poemas... Continuar Lendo →
Tornando-se “sujeitA”
Grada Kilomba. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Cobogó, 2019. Grada Kilomba é uma escritora, psicóloga, teórica e, além disso, uma incrível artista interdisciplinar - criadora da exposição Desobediências Poéticas, apresentada na Pinacoteca de São Paulo em 2019. Nascida em Portugal, em 1968, hoje vive em Berlim, onde concluiu seu Doutorado com a construção... Continuar Lendo →
Tina Turner em uma história de resiliência
Tina Turner. Minha história de amor. BestSeller, 2019 Tina Turner, nome de batismo Anna Mae Bullok, nasceu em Nutbush, Tenessee, nos Estados Unidos. Dona de uma das vozes mais incríveis do rock’n’roll, de uma escrita sensível e composições carregadas de intensidade, Tina também possui um corpo dançante e, ao mesmo tempo, marcado por traumas, opressões... Continuar Lendo →
Repensando a nossa prática feminista
Audre Lorde. Irmã Outsider: ensaios e conferências. Autêntica Editora, 2019. Irmã Outsider é uma obra cujo título prenuncia as reflexões a partir da perspectiva de alguém que não está dentro dos padrões aceitáveis pela ótica racista e patriarcal das sociedades ocidentais – padrões que a autora da obra, Audre Lorde, chama de “norma mítica”, que... Continuar Lendo →
Ó pa í, prezada!
Carla Akotirene. Ó pa í, prezada: racismo e sexismo institucionais tomando bonde nas penitenciárias femininas. Pólen, 2020. Carla Akotirene é formada em Serviço Social e integra o quadro de docentes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), centralizando seus estudos sobre racismo e sexismo institucionais. Também atua na Saúde Municipal, atendendo mulheres vítimas de violência doméstica.... Continuar Lendo →
As plurais mulheres do Cariri
Jarid Arraes. Redemoinho em dia quente. Alfaguara, 2019. Redemoinho em dia quente é a obra mais recente da cordelista, escritora e poeta Jarid Arraes, autora dos livros Um buraco com o meu nome, As lendas de Dandara e Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis – todos já resenhados aqui no blog. Lançada pelo selo Alfaguara,... Continuar Lendo →
A democracia da abolição
Angela Davis. A democracia da abolição: para além do império, das prisões e da tortura. Tradução de Arthur Neves Teixeira. 3ª ed. Difel, 2019. Angela Yvonne Davis é reconhecidamente uma das maiores referências dos movimentos igualitários, especialmente no que tange questões de raça e de gênero. A ex-colaboradora dos Panteras Negras compartilhou com o mundo... Continuar Lendo →
