Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10ª ed. São Paulo: Editora Ática, 2014. ... A vida é igual um livro. Só depois de ter lido é que sabemos o que encerra. E nós quando estamos no fim da vida é que sabemos como a vida decorreu. A minha, até aqui,... Continuar Lendo →
Um corpo negro num país racista
Lubi Prates. um corpo negro. nosotros, 2018. Livro publicado em 2018 pela poeta, editora e tradutora paulistana Lubi Prates, um corpo negro nos faz viajar em uma espécie de máquina temporal que nos joga ao passado, mas que, repentinamente, nos devolve ao presente, como se o eu-lírico, sob a voz de uma mulher negra, caminhasse... Continuar Lendo →
Escrita do corpo
Lubi Prates. um corpo negro. nosotros, 2018. um corpo negro é o terceiro livro de Lubi Prates, também autora de coração na boca (2012) e triz (2016). Contemplado pelo PROAC com bolsa de criação e publicação de poesia, um corpo negro é prefaciado por Lívia Natália, para quem “a autora desloca uma das bases que... Continuar Lendo →
A dor de ser o que é
Lia Vieira. Só as Mulheres Sangram. Belo Horizonte: Nandyala, 2017 Lia Vieira, nome literário de Eliana Vieira, é uma renomada escritora no campo da Literatura Brasileira de autoria negra, com diversas publicações de contos e poemas nos Cadernos Negros, entre outras antologias no Brasil e exterior. Atua também como palestrante e ativista na formação e... Continuar Lendo →
O verdadeiro crime do Cais do Valongo
Eliana Alves Cruz. O crime do Cais do Valongo. Rio de Janeiro: Malê, 2018. Nascida no Rio de Janeiro, a jornalista de formação Eliana Alves Cruz acumula mais uma qualificação: a de escritora. As duas habilidades profissionais de Eliana contribuem para a sua produção literária que, embora ainda seja relativamente pequena (pensando nos materiais já... Continuar Lendo →
Cidinha conta Exu
Cidinha da Silva. Um Exu em Nova York. Rio de Janeiro: Pallas, 2018. “Exu é o começo atravessa o avesso, Exu é o travesso que traça o final, Exu é o pau no caule que sobe sozinho que cabe o caminho do além de bem e mal. Dito pelo não dito. Odara é bonito se... Continuar Lendo →
Um mural para Marielle
O dia 14 de março ficou marcado para este país como um dia de saudade, luta e resistência. Com o objetivo de manter viva a chama da justiça em busca de respostas sobre o assassinato de Marielle e Anderson e da importante voz política que a vereadora representava para a população preta, o LetrasPretas compôs... Continuar Lendo →
Valiosas vivências
Oi, pretas! Eu me chamo Mariana Oliveira e sou aluna do sétimo período de Português/Literaturas de Língua Portuguesa na UERJ. Tive a honra de ser escolhida como voluntária no LetrasPretas e, como este é o meu primeiro texto, resolvi começar com uma apresentação – e, espero, uma reflexão para vocês, também! No início da minha... Continuar Lendo →
Blackface é RACISMO
O blackface, que em tradução livre pode ser entendido como “rosto de preto”, começou a ser utilizado por artistas brancos para interpretar pessoas negras, que eram proibidas de atuar no teatro, de forma caricata e exagerada. Não existe nada de engraçado ou elogioso no blackface, uma vez que tanto a interdição de artistas negras e... Continuar Lendo →
O coração pulsa verde e rosa
Nestas semanas de folia, os sambas-enredo de duas escolas que compõem o grupo especial me chamaram a atenção, colocando-se como uma antítese perfeita uma da outra. Ambas cantaram a história, mas sob perspectivas explicitamente opostas. Falo da Unidos de Vila Isabel e da Estação Primeira de Mangueira. Neste ano, a Vila homenageou Petrópolis, a cidade... Continuar Lendo →
