Jarid Arraes. Um buraco com o meu nome. São Paulo: Ferina, 2018 Em sua mais recente obra, Um buraco com meu nome, a cordelista Jarid Arraes escreve um compilado de poesias profundamente político, que nos faz refletir sobre diversos assuntos presentes na sociedade contemporânea. O livro foi lançado pelo selo Ferina, criado por Jarid para... Continuar Lendo →
Um lugar para chamar de meu
Jarid Arraes. Um buraco com o meu nome. São Paulo: Ferina, 2018 “Aos que nem sempre encontram matilha”: é com esta dedicatória que somos levadas a um lugar seguro e confortável para penetrar nos versos do primeiro livro de poesia de Jarid Arraes, Um buraco com o meu nome, lançado agora em 2018, mas que... Continuar Lendo →
Um ano de LetrasPretas
Há cerca de um ano (mais precisamente, em 12 de setembro de 2017), estreávamos o blog LetrasPretas com uma resenha sobre Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis, de Jarid Arraes. Desde então, publicamos em nosso blog cerca de um texto por semana, de modo que hoje já reunimos meia centena de resenhas, ensaios e relatos... Continuar Lendo →
Djamila e a(s) voz(es) da resistência
Djamila Ribeiro. Quem tem medo do Feminismo Negro?. São Paulo/SP: Companhia das Letras, 2018. Em seu primeiro livro lançado pela editora Companhia das Letras, a filósofa e feminista Djamila Ribeiro reuniu artigos publicados no blog da Carta Capital entre os anos de 2014 e 2017, trazendo profundas reflexões sobre questões raciais associadas ao feminismo. Djamila ... Continuar Lendo →
Escrever para transformar: Sônia Fátima da Conceição diante da “Branca História”
A obra literária de Sônia Fátima da Conceição está ainda longe de receber a atenção que merece. Autora de uma produção consistente – basta acompanhar suas colaborações para os Cadernos Negros, com poemas e contos publicados em mais de dez edições, desde os anos 1970 –, Sônia Fátima fez parte do coletivo Quilombhoje e teve... Continuar Lendo →
“Ai, a Conceição?!” (um caso de racismo acadêmico)
Durante minha trajetória na faculdade, até por volta do 6° período, não tinha acontecido um episódio ou uma situação na qual eu tivesse sofrido racismo de uma forma explícita. Não que o meio acadêmico seja um espaço maravilhoso e acolhedor para negras e negros, o que, definitivamente, ele não é. Nem me refiro àquelas situações... Continuar Lendo →
Sobre águias e andorinhas
Paulina Chiziane. Andorinhas. Belo Horizonte: Nandyala Editora, 2017. Andorinhas, obra de Paulina Chiziane, primeira romancista moçambicana e ganhadora do Prêmio José Craveirinha de Literatura de 2013, é constituída de três contos que fazem referência à liberdade através da simbologia das andorinhas. O primeiro conto, intitulado Quem manda aqui, conta a história de um imperador que... Continuar Lendo →
Crespo é identidade. Crespo é resistência (parte II)
Eu terminei o ensino médio e fui direto para um trabalho como recepcionista. Ter começado a transição nesse momento não foi nada fácil, porque eu trabalhava com a minha imagem também, enfim, eu devia começar de algum lugar. Eu comecei recorrendo ao Beleza Natural – que de “natural” só tem o nome, mesmo. No início... Continuar Lendo →
Crespo é identidade. Crespo é resistência (parte I)
Djaimilia Pereira de Almeida conta em Esse cabelo a história de um cabelo crespo que surge depois de um primeiro corte, aos seis meses de sua existência. Esse cabelo narra suas aventuras, as relações que se estabelecem pelos fios; ou, em segundo plano, pelos diferentes continentes e/ou pessoas de diferentes etnias. Lendo o livro, mergulhei... Continuar Lendo →
Uma história de amor
Gleise Sátiro. O Recomeço. São Paulo: Grupo Editorial Selo Jovem, 2017. Lívia é uma engenheira química que leva uma vida bem pacata – até demais –, fã de heróis, mais especificamente o Flash, devoradora de livros e apaixonada por comida. Sua vida muda de rumo quando ela acha um cachorrinho abandonado na rua e decide... Continuar Lendo →
