Poética ancestral

Neide Almeida. Nós: 20 poemas e uma oferenda. São Paulo: Ciclo Contínuo Editorial, 2018. Escrito por Neide Almeida e publicado pela Ciclo Contínuo Editorial, o livro Nós: 20 poemas e uma oferenda é um compilado de poesias que trazem como temas norteadores questões referentes à ancestralidade, ao corpo e à negritude. Neide é socióloga, mestra... Continuar Lendo →

Ele não! Ele nunca! Ele jamais!

A poucos dias da eleição, dizer não ao retrocesso se faz cada vez mais necessário. Algumas questões podem nos ajudar a pensar essa regressão na prática: quais as possibilidades viáveis que essa candidatura oferece? Quem será representado e favorecido por meio de Jair Bolsonaro? Será que apenas homens brancos acreditam no discurso dessa ameaça política?... Continuar Lendo →

Um buraco de voz e abrigos

Jarid Arraes. Um buraco com o meu nome. São Paulo: Ferina, 2018 Em sua mais recente obra, Um buraco com meu nome, a cordelista Jarid Arraes escreve um compilado de poesias profundamente político, que nos faz refletir sobre diversos assuntos presentes na sociedade contemporânea. O livro foi lançado pelo selo Ferina, criado por Jarid para... Continuar Lendo →

Tia Carmem: a mulher do fim do mundo

Yara da Silva. Tia Carmem: negra tradição da Praça Onze. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. “A mulher do fim do mundo é aquela que tem alma” – assim definiu Elza Soares em uma de suas entrevistas sobre seu mais recente CD. Carmem Teixeira da Conceição, mais conhecida como Tia Carmem do Xibuca, nascida em Amaralina... Continuar Lendo →

A invisibilidade da militância periférica

Para iniciar esse texto, encontrei uma dificuldade considerável, por dois motivos: não é algo simples falar de uma militância orgânica dentro da periferia, primeiramente, porque o assunto não é muito falado – há pouquíssimo interesse, quase nenhum, em saber como a periferia tem sobrevivido; além disso, porque é algo que me constitui como indivíduo, e... Continuar Lendo →

Olhar através da vivência periférica

Conceição Evaristo. Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas; Fundação Biblioteca Nacional, 2016. Doutora em literatura comparada pela UFF, Conceição Evaristo é oriunda de uma favela de Belo Horizonte, capital mineira, e é exatamente esse convívio com aquelas e aqueles apenas eventualmente presentes nos livros que a autora recupera em Olhos D’Água, bem como em outras... Continuar Lendo →

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