Isabella Trindade Menezes. Entre a fúria e a loucura: análise de duas formas de torcer pelo Botafogo Futebol e Regatas. Rio de Janeiro: Multifoco, 2017. Entre a fúria e a loucura é a versão em livro de uma dissertação de mestrado defendida em 2010, no Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Unirio, por Isabella... Continuar Lendo →
Histórias entrecruzadas, histórias que se repetem: sobre “Becos da memória”, de Conceição Evaristo
Conceição Evaristo. Becos da memória. Belo Horizonte: Mazza, 2006. A narrativa nasceu nos anos 80, mais especificamente entre 1987 e 1988, porém só foi publicada em 2006, quase vinte anos depois – três anos após a publicação do romance Ponciá Vicêncio, escrito posteriormente (publicado em 2003 pela Editora Mazza, de Belo Horizonte). Becos da Memória... Continuar Lendo →
As formas de dizer o zero
Alexandra Vieira de Almeida. A Serenidade do Zero. Guaratinguetá: Penalux, 2017. Moradora do Rio de Janeiro, Alexandra Vieira de Almeida é Doutora em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, poeta, contista, crítica literária, cronista e ensaísta. Atualmente, trabalha como agente de leitura na Secretaria de Estado e Educação, e é membro... Continuar Lendo →
“Lembrar quem fomos”: uma literatura para novos tempos
Eliane Debus. A temática da cultura africana e afro-brasileira na literatura para crianças e jovens. Florianópolis: Núcleo de publicações, Centro de Ciências da Educação, 2017. Encarar a literatura como uma ferramenta que possibilita a problematização e reflexão de práticas antirracistas: isso fez com que Eliane Debus, em A temática da cultura africana e afro-brasileira na... Continuar Lendo →
Tia Carmem: a mulher do fim do mundo
Yara da Silva. Tia Carmem: negra tradição da Praça Onze. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. “A mulher do fim do mundo é aquela que tem alma” – assim definiu Elza Soares em uma de suas entrevistas sobre seu mais recente CD. Carmem Teixeira da Conceição, mais conhecida como Tia Carmem do Xibuca, nascida em Amaralina... Continuar Lendo →
Os caminhos de Yzalú
Yzalú. Minha Bossa é Treta. 2016. Yzalú lançou seu primeiro álbum, Minha Bossa é Treta, em 2016, no simbólico dia 8 de março; não obstante, ali estava o resultado de uma longa trajetória – que envolveu uma passagem pelo grupo de rap Essência Black, de São Bernardo, e pela árdua rotina de cantar em barzinhos.... Continuar Lendo →
“Heroína crespa”: o lirismo empoderador de Cristiane Sobral
Cristiane Sobral. Não vou mais lavar os pratos. 3ª ed. Brasília: Garcia, 2016. Mestra em Teatro pela UnB, Cristiane Sobral nasceu em Coqueiros, no Rio de Janeiro, e atualmente reside em Brasília. É escritora, atriz, professora e, merecidamente, vencedora do prêmio FAC Culturas Afro-Brasileiras, da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, de 2017. Sobral dedicou... Continuar Lendo →
Excedendo e resistindo (a)o “fluxionismo” do cotidiano
Nina Rizzi. Geografia dos Ossos. Lisboa: Douda Correria, 2016. Nina Rizzi é escritora, pesquisadora, tradutora e poeta. Entre as suas diversas obras publicadas estão Tambores Pra N’zinga (poesia, Editora Multifoco, 2012); Caderno-Goiabada (prosa ensaística, Edições Ellenismos, 2013); Susana Thénon: Habitante do Nada (tradução, Edições Ellenismos, 2013); A Duração do Deserto (poesia, Ed. Patuá, 2014);... Continuar Lendo →
Romper o silêncio
Djamila Ribeiro. O que é lugar de fala? Belo Horizonte (MG): Letramento: Justificando, 2017. “[...] Ou seja, o lixo vai falar e numa boa”: é com esta citação da antropóloga mineira Lélia Gonzalez que Djamila Ribeiro inicia e encerra seu livro mais recente, O que é lugar de fala? – nos deixando engasgadas, já nas... Continuar Lendo →
Poesia sem amarras
Ryane Leão. Tudo nela brilha e queima. São Paulo: Planeta do Brasil, 2017 Mulher, preta, poetisa e professora, Ryane Leão nasceu em Cuiabá, mas vive em São Paulo, e publica suas poesias nas redes sociais há 10 anos, onde possui um perfil chamado Onde jazz meu coração. Integra um projeto para colar lambe-lambes feministas pelas... Continuar Lendo →
