Carolina Maria de Jesus. Meu sonho é escrever... Seleção, organização e notas de Raffaela Fernandez. São Paulo: Ciclo Contínuo Editorial, 2018. Dedico essa resenha à memória de Carolina Maria de Jesus A autora de Quarto de despejo – diário de uma favelada, que vem ganhando cada vez mais espaço no universo literário, nos brinda, por... Continuar Lendo →
Vivências periféricas nas crônicas de Cidinha da Silva
Cidinha da Silva. Cada tridente em seu lugar e outras crônicas. São Paulo: Instituto Kuanza, 2006. Um punhado de adjetivos pode ser usado para caracterizar uma pessoa e, em alguns casos, apenas essas palavras dão conta de qualificar um indivíduo. Se eu fosse caracterizar Cidinha da Silva apenas com alguns adjetivos, diria que ela é... Continuar Lendo →
Reconstruir o humano
Lílian Paula Serra e Deus. A palavra em preto e branco. Colatina: Clock-t Edições e Artes, 2017. A palavra em preto e branco – título que, por si só, evoca a imagem de um texto, fazendo uma alusão imediata à letra e ao papel, e que também proporciona uma sensação de completude, em que um... Continuar Lendo →
Entre a fúria e a loucura
Isabella Trindade Menezes. Entre a fúria e a loucura: análise de duas formas de torcer pelo Botafogo Futebol e Regatas. Rio de Janeiro: Multifoco, 2017. Entre a fúria e a loucura é a versão em livro de uma dissertação de mestrado defendida em 2010, no Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Unirio, por Isabella... Continuar Lendo →
Histórias entrecruzadas, histórias que se repetem: sobre “Becos da memória”, de Conceição Evaristo
Conceição Evaristo. Becos da memória. Belo Horizonte: Mazza, 2006. A narrativa nasceu nos anos 80, mais especificamente entre 1987 e 1988, porém só foi publicada em 2006, quase vinte anos depois – três anos após a publicação do romance Ponciá Vicêncio, escrito posteriormente (publicado em 2003 pela Editora Mazza, de Belo Horizonte). Becos da Memória... Continuar Lendo →
As formas de dizer o zero
Alexandra Vieira de Almeida. A Serenidade do Zero. Guaratinguetá: Penalux, 2017. Moradora do Rio de Janeiro, Alexandra Vieira de Almeida é Doutora em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, poeta, contista, crítica literária, cronista e ensaísta. Atualmente, trabalha como agente de leitura na Secretaria de Estado e Educação, e é membro... Continuar Lendo →
“Lembrar quem fomos”: uma literatura para novos tempos
Eliane Debus. A temática da cultura africana e afro-brasileira na literatura para crianças e jovens. Florianópolis: Núcleo de publicações, Centro de Ciências da Educação, 2017. Encarar a literatura como uma ferramenta que possibilita a problematização e reflexão de práticas antirracistas: isso fez com que Eliane Debus, em A temática da cultura africana e afro-brasileira na... Continuar Lendo →
Tia Carmem: a mulher do fim do mundo
Yara da Silva. Tia Carmem: negra tradição da Praça Onze. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. “A mulher do fim do mundo é aquela que tem alma” – assim definiu Elza Soares em uma de suas entrevistas sobre seu mais recente CD. Carmem Teixeira da Conceição, mais conhecida como Tia Carmem do Xibuca, nascida em Amaralina... Continuar Lendo →
Os caminhos de Yzalú
Yzalú. Minha Bossa é Treta. 2016. Yzalú lançou seu primeiro álbum, Minha Bossa é Treta, em 2016, no simbólico dia 8 de março; não obstante, ali estava o resultado de uma longa trajetória – que envolveu uma passagem pelo grupo de rap Essência Black, de São Bernardo, e pela árdua rotina de cantar em barzinhos.... Continuar Lendo →
“Heroína crespa”: o lirismo empoderador de Cristiane Sobral
Cristiane Sobral. Não vou mais lavar os pratos. 3ª ed. Brasília: Garcia, 2016. Mestra em Teatro pela UnB, Cristiane Sobral nasceu em Coqueiros, no Rio de Janeiro, e atualmente reside em Brasília. É escritora, atriz, professora e, merecidamente, vencedora do prêmio FAC Culturas Afro-Brasileiras, da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, de 2017. Sobral dedicou... Continuar Lendo →
