Angela Davis. Mulheres, raça e classe. Tradução de Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016 [1981]. Após 35 anos de sua publicação original (em 1981), a obra Mulheres, Raça e Classe, que reúne textos com diferentes enfoques e temáticas escritos por Angela Davis, foi finalmente traduzida e lançada no Brasil em 2016. Filósofa, atualmente professora... Continuar Lendo →
A tarefa de pensar o hoje
Rosane Borges. Esboços de um tempo presente. Rio de Janeiro: Malê, 2016. O extenso currículo de Rosane Borges – jornalista, pós-doutoranda em Ciências da Comunicação, professora colaboradora da USP, articulista da revista Carta Capital e do blog da editora Boitempo e autora de diversos livros, entre eles Mídia e racismo e Espelho infiel: o negro... Continuar Lendo →
Olhar através da vivência periférica
Conceição Evaristo. Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas; Fundação Biblioteca Nacional, 2016. Doutora em literatura comparada pela UFF, Conceição Evaristo é oriunda de uma favela de Belo Horizonte, capital mineira, e é exatamente esse convívio com aquelas e aqueles apenas eventualmente presentes nos livros que a autora recupera em Olhos D’Água, bem como em outras... Continuar Lendo →
Dory, nome de rimadora
Dory de Oliveira. Se perguntarem, diga que eu me chamo Dory de Oliveira. 2017. “Por eu ser mulher, preta, periférica, rapper e lésbica / Eu tive que aprender a ser 5 vezes melhor sempre / Aprender e sobreviver aos arranhões / Com coragem e ousadia / Não tenha vergonha de ser quem você é /... Continuar Lendo →
Inventando outras maneiras de educar crianças
Chimamanda Ngozi Adichie. Para educar crianças feministas: um manifesto. Tradução de Denise Bottmann. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. “Seja uma pessoa completa”, “Ensine-lhe sobre a diferença”, “Ensine a ela que ‘papéis de gênero’ são totalmente absurdos” e “Ensine o gosto pelos livros”. Essas sugestões são algumas das oferecidas pela autora Chimamanda Ngozi Adichie no... Continuar Lendo →
Lirismo e libertação
Jenyffer Nascimento. Terra fértil. São Paulo: Edição da autora, 2014. Começo esta resenha com duas citações, colhidas nos textos prefaciais a Terra fértil. A primeira, de Carmen Faustino, apresenta Jenyffer Nascimento como "mulher negra periférica, escritora, mãe, estudante, educadora, boêmia, raiz, ventania e liberdade"; a segunda, de Elizandra Souza, descreve a poesia de Jenyffer como... Continuar Lendo →
Poesia de Silêncios
Eliane Rubim. O não-dito. Porto Alegre: Livraria Palmarinca-EDITORA, 2005. Jornalista, filósofa, cineasta, ativista engajada em movimentos sociais, Eliane Rubim entende a escrita como um instrumento de expressão muito potente. Nascida em Alegrete (RS), em 17 de dezembro de 1984, atualmente faz parte de coletivos libertários e de agitação cultural. Também tem uma larga experiência com... Continuar Lendo →
Plural Elizandra
Elizandra Souza. Águas da cabaça. São Paulo: edição da autora, 2012. Nascida em 1983 na periferia sul de São Paulo, a poetisa e jornalista Elizandra Souza versifica sua relação com o mundo enquanto mulher negra periférica – evidenciando a coexistência, em um mesmo ser, da sutileza de uma mulher que ama, que deseja e sente... Continuar Lendo →
A saga de uma heroína quilombola
Jarid Arraes. As lendas de Dandara. Porto Alegre: Liro Editora Livre, 2015. Recentemente, a escritora e cordelista Jarid Arraes, nascida em Juazeiro do Norte (CE) em 12 de Fevereiro de 1991, lançou o livro As lendas de Dandara, que vem trazer à memória a história da guerreira negra Dandara dos Palmares. Nessa obra, a autora... Continuar Lendo →
O resgate da poiesis
Nina Rizzi. A duração do deserto. São Paulo: Patuá, 2014. A plural formação de Nina Rizzi – historiadora, escritora, tradutora, formada em artes dramáticas – e o nomadismo ao qual não hesita em entregar-se (sendo “sem raízes”, como um texto biográfico já afirmou) transparecem em A duração do deserto. Assinada por Leonardo Mathias, a capa... Continuar Lendo →
